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terça-feira, 28 de maio de 2013

Uma História de Amor entre uma Princesa e um Sapo


Por Pr. Renato Vargens

Era uma vez uma linda princesa que morava num próspero e belo reino.

Certo dia, ao levantar bem cedo ela disse com seus botões: Eu nasci pra ser feliz! Eu preciso de um marido! Eu quero um príncipe para chamar de meu e aqui no reino do meu pai, não existe ninguém que preencha os requisitos de um homem perfeito. Imediatamente ela procurou o rei e disse: - "Pai, eu vou embora! Eu vou sair pelo mundo a procura do meu príncipe encantado."

O pai, que de bobo não tinha nada disse a intempestiva princesa: - "Filha, não faça isso! Em nosso Reino existem moços tão prendados, tão bonitos, inteligentes e capazes.

Mas a menina teimosa interrompeu seu pai dizendo - "Que nada! No nosso reino só tem bocó! Eu quero um homem diferente! Charmoso, rico e descolado.

Sem pensar nas palavras do rei a moça arrumou suas malas e foi embora a procura do príncipe encantado.

Numa tarde, ao entrar numa cidade chamada "Mundolândia" a moça se encantou com um lindo rapaz! Ele era tudo aquilo que ela desejava. Era bonito, charmoso, malhadão com um tanquinho definido e principalmente descolado.

A moça encantada com o que viu deixou-se levar pela aparência e lá foi ela curtir a vida na "Mundolândia.". Pois é, como não podia deixar de ser ela foi seduzida por aquele que pensava ser o seu príncipe, no entanto, o que ela não sabia era que o seu príncipe encantado era na verdade um grande e mal encarado sapo.

Numa noite de verão depois de ouvir os galanteios e elogios do suposto príncipe a moça entregou-se ao rapaz beijando-o copiosamente. Para sua surpresa, ao tocar os seus lábios nos lábios do galanteador, os seus olhos se abriram e a apaixonada menina descobriu que o  príncipe encantado não passava de um feio e asqueroso sapo."

Ao descobrir a realidade a moça chorou copiosamente lembrando dos conselhos de seu pai que com sabedoria havia lhe aconselhado a não sair dos domínios de seu reino.

Caro leitor, a história em questão é uma ficção que muito tem a ver com moças e rapazes que no desejo de casarem abandonam a Igreja saindo pelo mundo em busca daqueles que supostamente lhes farão felizes. No entanto, como não poderia deixar de ser, se frustam copiosamente descobrindo as duras penas que fora do reino o que se encontra é sapo.

Isto, posto, afirmo sem titubeios que uma aliança não aprovada por Deus proporciona consequências terríveis para o cristão. Como bem disse o meu amigo Mário Freitas, não existe pecadinho e pecadão e sim "Consequênciazinhas e consequêciazões".

Pense nisso!


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Valor da Vossa Fé


"Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é        provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus   Cristo;"

(1 Pedro 1.7)



Por: Charles Haddon Spurgeon


A fé não provada talvez até seja fé, mas, com certeza, é uma fé muito pequena, e é provável que continue diminuta enquanto não for testada. A fé nunca se desenvolve tão bem quanto na época em que as coisas estão todas contra ela: as tempestades são seu guia e os relâmpagos sua luz. Quando reina a calmaria, você pode içar as velas como quiser que a nau não se dirige para o porto; pois num oceano adormecido a embarcação também adormece. Deixe os ventos uivarem e as águas se elevarem; e, ainda que o barco possa oscilar, o convés ser lavado pelas ondas e o mastro ranger sob a pressão das velas entumecidas, aí então é que ele avançará em direção à tão almejada enseada. Nenhuma flor exibe um azul tão adorável quanto aquelas que crescem ao pé das geleiras; nenhuma estrela brilha com tanto esplendor quanto aquelas que cintilam no céu polar; nenhuma água é tão doce quando aquela que brota em meio às areias do deserto; e nenhuma fé é tão preciosa quanto aquela que vive e triunfa na adversidade. Fé provada traz experiência. Você não poderia acreditar em sua própria fraqueza se não tivesse sido forçado a atravessar os rios; e jamais teria conhecido a força do Senhor se não tivesse sido carregado por Ele no meio da enchente. Quanto mais exercitada nas tribulações, mais a fé cresce em consistência, segurança e intensidade. A fé é preciosa, e sua provação também.
No entanto, não vamos deixar que isto desencoraje aqueles que são novos na fé. Você terá provações suficientes sem procurar por elas: a medida certa lhe será dada no devido tempo. Enquanto isso, se você ainda não pode manifestar os frutos de uma longa experiência, agradeça a Deus por aquelas bênçãos que já tem; louve-O pela confiança já adquirida: caminhe de acordo com este preceito e você terá cada vez mais das bênçãos de Deus, até que sua fé remova montanhas e conquiste o impossível.


Postado por: Elisiane Lima

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Versículo do Dia: Confiança




"Em ti confiarão os que conhecem o Teu Nome; porque Tu, SENHOR, nunca desamparaste os que Te buscam." 
(Salmos 9:10)



É maravilhoso sabermos que em Deus temos um alto refúgio, porém, isto não significa que não passaremos por adversidades. Nossa segurança está na confiança que depositamos no poderoso Nome do SENHOR, sabendo que ao buscarmos Sua face, jamais seremos desamparados. 

Deus abençoe sua vida!


Por Elisiane Lima





quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Provérbios: Um miniguia para a vida


                                                                                     Por Tim  Keller
      
Existem cinco coisas que constituem uma vida sábia e piedosa. Elas funcionam tanto quanto meios para tornarmo-nos sábios e santos, quanto como sinais de que estamos crescendo nesta vida:
1. Coloque a mais profunda confiança de seu coração em Deus e em sua graça. Todos os dias lembre a si mesmo do amor incondicional e pactual de Deus por você. Não coloque suas esperanças em ídolos ou em seu próprio desempenho.
“Que o amor e a fidelidade jamais o abandonem; prenda-os ao redor do seu pescoço, escreva-os na tábua do seu coração. Então você terá o favor de Deus e dos homens, e boa reputação. Confie no Senhor de todo o seu coração.” (Provérbios 3.3-5a)
2. Submeta toda sua mente à Escritura. Não pense que você sabe mais que a Palavra de Deus. Coloque-a em prática em todas as áreas da vida. Torne-se uma pessoa sob autoridade.
“Não se apóie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas.” (Provérbios 3.5b-6)
3. Seja humilde e ensinável em relação aos outros. Seja perdoador e compreensivo quando você desejar criticá-los; esteja pronto a aprender dos outros quando eles vierem criticar você.
“Não seja sábio aos seus próprios olhos; tema o Senhor e evite o mal. Isso lhe dará saúde ao corpo e vigor aos ossos.” (Provérbios 3.7,8)
4. Seja generoso com todas as suas posses, e apaixonado pela justiça. Compartilhe seu tempo, talento e tesouros com aqueles que têm menos.
“Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho.” (Provérbios 3.9,10)
5. Aceite e aprenda a partir de dificuldades e sofrimento. Por meio do Evangelho, reconheça-as não como castigo, mas como uma maneira de te aperfeiçoar.
“Meu filho,não despreze a disciplina do Senhor nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama,assim como o pai faz ao filho de quem deseja o bem.” (Provérbios 3.11,12)
Enquanto meditava nesses cinco elementos – firmar-se em sua graça, obedecer e deleitar-se em sua Palavra, humilhar-se diante dos outros, sacrificar-se generosamente por nosso próximo, e perseverar nas provações – pensava em Jesus. O Novo Testamento nos conta que a “sabedoria divina” personificada do Antigo Testamento é, na realidade, Jesus (Mt 11.19). E eu percebi que: a) Ele mostrou a fidelidade e confiança definitivas a Deus e a nós ao ir à cruz, b) Ele era moldado e estava saturado pela Escritura, c) Ele era manso e humilde de coração (Mt 11.28-30), d) Ele, embora rico, se fez pobre por nós, e) Ele aceitou seu sofrimento por nós, sem reclamar. Somente cresceremos nessas cinco áreas se soubermos que fomos salvos por uma graça valiosa. Isso te guarda dos ídolos, da autossuficiência e do orgulho, do egoísmo com suas coisas, e de desmoronar diante de problemas. Jesus é a sabedoria personificada, e crer em Seu Evangelho traz essas qualidades à sua vida.
Por algumas semanas, tenho gasto meu tempo orando por essas cinco coisas para minha família e para os líderes de minha igreja. Não existe melhor maneira de instilar essas grandes coisas em seu próprio coração que orar intensamente por elas nas vidas daqueles a quem você ama.
Fonte: iprodigo
Postado por Elisiane L.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Quando você não estiver afim...



Por Jon Bloom

Você acorda sem estar afim de ler sua Bíblia e orar? Quantas vezes hoje você teve de lutar por não estar a fim de fazer coisas que você sabe que seriam boas para você?
Embora seja verdade que isso é o pecado que habita em nós, e que devemos nos arrepender dele e combatê-lo, há muito mais por trás.
Pense sobre esse estranho padrão que ocorre sempre e sempre em todas as áreas da vida:
  • Uma boa comida requer disciplina para prepará-la, enquanto comer fast food tende a ser mais apetitoso, viciante e conveniente.
  • Manter o corpo forte e saudável requer um desconforto deliberado, mas só precisamos de constante conforto para criar barriga.
  • Você precisa se concentrar naquele livro de teologia abençoador, enquanto assistir um filme parece ser tão convidativo.
  • Você frequentemente tem de se esforçar em suas devoções e orações, enquanto dormir, ler sobre esportes e checar o Facebook parecem tarefas simples.
  • São precisos anos e anos de estudo só  para que certas oportunidades tornem-se possíveis.
  • E por aí vai...
O padrão é este: as maiores alegrias são obtidas por meio de esforço e dor, enquanto alegrias breves, insatisfatórias e frequentemente destrutivas estão bem próximas de nossos dedos. Por que é assim?
Porque, por grande misericórdia, Deus está nos mostrando em todos os lugares, em coisas que são apenas sombras das coisas celestiais, que há uma grande recompensa para aqueles que são atribulados (Hebreus 10.32-35). Ele está nos lembrando repetidamente, a cada dia, a andar pela fé e não pelo que vemos (2 Coríntios 5.7).
Cada tribulação é um convite de Deus a seguirmos os passos de seu Filho, que “pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus” (Hebreus 12.2).
Aqueles que são espiritualmente cegos veem somente futilidade nessas coisas. Mas para aqueles que têm olhos para ver, Deus imprime esperança (fé na graça futura) dentro da futilidade da Criação (Romanos 8.20,21). Cada tribulação é um sinal dizendo: “Olhe! Olhe para a alegria verdadeira diante de você!”.
Portanto, quando você não está muito a fim de fazer o que você sabe que é o melhor para você, tome coragem e não desista. Seu Pai está sinalizando para você a recompensa que ele planejou para todos que perseveram até o fim (Mateus 24.13).
Por este ângulo, a aflição momentânea está nos preparando para o eterno peso da glória, além de toda comparação, quando olhamos não para as coisas visíveis, mas para as que são invisíveis. Porque o que é visível é temporário, mas as coisas que são invisíveis são eternas.
Postado por: Elisiane L.

terça-feira, 12 de junho de 2012

O Domínio da Língua


                           

Por: Dennis Allan


Tudo o que existe em nosso universo veio a existir pelo poder da palavra. Deus falou, e nosso mundo veio a existir. Quando Ele formou o homem, a mais elevada das criaturas terrestres, Deus o abençoou com a capacidade de se comunicar. Podemos falar, e até mesmo escrever, porque Deus nos deu o dom da linguagem. Quando o diabo usou palavras mentirosas para tentar Eva, ela e seu esposo caíram em pecado (Gênesis 3). Quando os homens abusaram da boa dádiva da comunicação para se exaltar e desobedecer a Deus, Ele confundiu suas línguas para forçar povos diferentes a se separar e povoar a terra, como Ele tinha ordenado anteriormente (Gênesis 11:1-9; veja 9:1).
Mesmo que os homens tenham freqüentemente abusado de suas palavras, a capacidade de se comunicar ainda é uma bênção. Quando o próprio Filho de Deus veio ao mundo, Ele foi descrito como a Palavra (João 1:1). É pela proclamação de Sua mensagem, o Evangelho, que chegamos a conhecê-lO e a obedecê-lO. O Evangelho "é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego" (Romanos 1:16). "E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo" (Romanos 10:17). Os discípulos de Jesus têm a responsabilidade de ensinar o evangelho a outras pessoas. Paulo encorajou Timóteo a cumprir esta missão: "Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina" (2 Timóteo 4:2). "E o que de minha parte ouviste através de muitas testemunhas, isso mesmo transmite a homens fiéis e também idôneos para instruir a outros" (2 Timóteo 2:2). A língua, portanto, é uma força poderosa. Pode ser usada para o bem, como Deus pretendia, para exprimir amor e oferecer salvação. Ela também pode ser usada para o mal, com efeitos desastrosos que conduzem à condenação. Estas duas possibilidades são claramente contrastadas em Tiago 3:1-12.
Consideremos este importante texto e suas aplicações em nossas vidas. "Meus irmãos, não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo"" (3:1). Quando separado de seu contexto, este versículo parece contradizer os mandamentos e exemplos do Novo Testamento que ressaltam a importância da pregação da palavra (Marcos 16:16; Atos 4:31; 8:4; 1 Tessalonicenses 1:8; Hebreus 5:12). Em seu contexto, o versículo tem sentido. Os cristãos a quem Tiago se dirigia eram afligidos por atitudes carnais que criavam discórdia e divisão entre eles. Alguns praticavam uma religião exterior, que não vinha do coração (1:21-27). Eles tratavam as pessoas de modo diferente, baseado na sua riqueza (2:1-7).
Eles eram perturbados por guerras, contendas e cobiça (4:1-4). Alguns estavam falando mal e julgando deslealmente seus irmãos (4:11-12). Qual era o problema? Parece que a raiz destes problemas podia ser encontrada em alguns professores arrogantes, que estavam mais interessados em conquistar seus próprios seguidores do que em serem seguidores de Cristo. Eles seguiam e ensinavam a sabedoria humana, em vez de proclamarem a pura mensagem da sabedoria de Deus 3:13-18). A advertência que Tiago oferece, então, vai até o coração da arrogância interesseira. Quando os homens de tendência carnal procuram ser mestres, eles convidam a uma condenação maior. Eles são capazes de perverter o evangelho para conseguir seguidores, porque eles são servos de si mesmos e não servos de Cristo. "Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça no falar, é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo"" (3:2).
De todas as tentações que enfrentamos, a mais persistente e difícil é a tentação de dizer alguma coisa que não devemos. Algumas pessoas lutam para eliminar palavrões e piadas sujas de seu falar (Efésios 4:29). Outros, despreocupadamente, mostram desrespeito pelo nome do Senhor, proferindo frases como “Meu Deus!”, ou “Meu Deus do Céu!” sem parar para pensar que eles estão tratando o nome do Santo Deus como se não fosse nada mais do que uma expressão comum de surpresa ou desgosto. Deus merece nosso completo respeito (Salmo 111:9-10). Muitos usam a língua para espalhar boatos e fazer acusações sem fundamento (Provérbios 16:28; 1 Timóteo 5:13). Deste modo, eles podem destruir a reputação de pessoas boas, criar discórdia entre irmãos, e até impedir a divulgação do evangelho (1 Coríntios 3:3; 1 Tessalonicenses 2:15-16). Tais pessoas não são seguidoras de Cristo, mas do diabo, o pai das mentiras e o maior acusador de todos (João 8:44; Apocalipse 12:9-10; 22:8).
E todos nós batalhamos contra a tentação de falar antes de pensar, talvez uma palavra áspera ou crítica usada desnecessariamente, talvez uma expressão de raiva ou ódio. Uma simples palavra mal empregada pode levar uma nação à beira da guerra, destruir uma amizade de toda a vida, desfazer uma família, arruinar um casamento ou esmagar o auto-respeito de uma criança. "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar" (Tiago 1:19). "Ora, se pomos freios na boca dos cavalos, para nos obedecerem, também lhes dirigimos o corpo inteiro. Observai, igualmente, os navios que, sendo tão grandes e batidos de rijos ventos, por um pequeníssimo leme são dirigidos para onde queira o impulso do timoneiro. Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes cousas. Vede como uma fagulha põe em brasa tão grande selva! Ora, a língua é fogo; é mundo de iniqüidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno" (3:3-6).
A língua é um pequeno membro do corpo, mas exerce um poder destruidor que ultrapassa todos os outros. Como o leme de um navio ou freio na boca de um cavalo, este pequeno membro é incrivelmente poderoso. Como uma faísca pode iniciar um fogo que destruirá uma floresta, assim a língua descontrolada pode destruir uma alma e criar uma miséria terrível para outros. "Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano; a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero" (3:7-8). Os animais podem ser treinados. Um cão pode ser ensinado a sentar-se absolutamente imóvel no meio de uma multidão de pessoas, e não se moverá enquanto seu dono não o chamar. Mas a língua precisa ser sempre mantida sob supervisão. Nunca podemos deixá-la sem a rédea ou abrir sua gaiola e deixá-la livre.
Temos que manter domínio constante sobre nossas línguas para evitar o dano terrível que elas são capazes de causar. "Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas cousas sejam assim. Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso? Acaso, meus irmãos, pode a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Tampouco fonte de água salgada pode dar água doce" (3:9-12).  Uma fonte de água só pode produzir um tipo de água. Uma planta só pode produzir o fruto que Deus pretendia. A língua, então, deve ser usada somente para adorar a Deus e falar as coisas edificantes que Ele nos ensina. Quando é usada para amaldiçoar os homens, que são criados à imagem de Deus, o propósito do Criador está sendo pervertido e esquecido. Usando a Língua como Deus Pretendia, Voltemos ao princípio.
A língua não é inerentemente má. Há algumas coisas que podemos e devemos fazer com nossas línguas. Considere alguns exemplos:
- Devemos louvar e adorar a Deus. "Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome" (Hebreus 13:15).
- Devemos orar. "Orai sem cessar" (1 Tessalonicenses 5:17).
- Devemos confessar Cristo na presença dos incrédulos. "Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos" (Marcos 8:38).
- Devemos confessar nossos pecados e buscar o perdão. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel, e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).
- Devemos edificar nossos irmãos. "Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros" (Romanos 14:19).
- Devemos abençoar os outros, até mesmo nossos inimigos. "Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis" (Romanos 12:14).
- Devemos sempre falar a verdade. ". . . seja o vosso sim sim e o vosso não não, para não cairdes em juízo" (Tiago 5:12).

Lembremo-nos sempre que nossas línguas são dons de Deus para serem usadas em Sua honra e glória.


Postado por: Elisiane L.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

“Deus vai te honrar, irmão!”




Por Milton Jr 

A frase que dá título a esse post está frequentemente na boca de cristãos, citada da seguinte forma: “Faça o que é certo, e Deus vai te honrar!” É assim que muitos crentes são motivados a cumprir aquilo que a Escritura ordena, mas será essa uma atitude correta?
Quando se faz o que é correto, pensando no “benefício” de ser honrado, revela simplesmente um coração egoísta, preocupado com sua própria glória. O ensino bíblico, entretanto, é claro. Por meio de Isaías o Senhor afirma: “A minha glória, não a dou a outrem” (Is 48.11). Deus não fica obrigado a nos honrar quando fazemos o que é certo e isso é facilmente percebido nas Escrituras.
No Evangelho conforme Lucas, Jesus ensina que os discípulos deveriam perdoar ao irmão arrependido, ainda que ele pecasse sete vezes no mesmo dia, mas se arrependesse. Diante disso, os discípulos pediram ao Senhor que lhes aumentasse a fé. Jesus então conta a parábola de um servo que arou durante todo o dia e que, chegando à noite, foi ordenado pelo seu patrão a servir a mesa. Por mais cansado que estivesse, a obrigação do servo era servir ao seu senhor. Jesus então pergunta: “Porventura, terá de agradecer ao servo porque este fez o que lhe havia ordenado?” – e completa – “Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer” (Lc 17.9-10).
O ensino de Jesus é claro. Os discípulos deveriam fazer o que estava sendo ordenado, sem esperar recompensa. É isso que a expressão “somos servos inúteis” enfatiza, o humilde reconhecimento de ter cumprido uma obrigação.
Uma história que ensina muito bem a forma correta de o crente se portar é a dos amigos de Daniel. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram denunciados por não se dobrar diante da estátua de Nabucodonosor, que mandou chamá-los. O rei deu mais uma chance para que eles se prostrassem diante da imagem sob pena de serem lançados na fornalha de fogo, caso se recusassem. Questionou ainda sobre qual seria o deus que os livraria de suas mãos (Dn 3.1-15). A resposta que deram ao rei foi contundente: “Quanto a isto não necessitamos te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei. Se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses, nem adoraremos a imagem de ouro que levantaste” (Dn 3.16-18).
A postura dos três jovens foi perfeita. Eles sabiam que Deus era poderoso para livrá-los, mas deixaram bem claro que Ele não estava obrigado a isso. Ainda assim, sob o risco de perderem a vida, fizeram o que era correto diante de Deus. Não fizeram para ser honrados, mas para tributar glória ao Senhor.
Alguém poderia perguntar sobre o texto de 1Samuel 2.30, sobre como interpretar, então, o que o Senhor diz ali: “Aos que me honram, honrarei.” A resposta é que não precisamos negar que Deus pode “honrar” seus servos, se assim desejar, mas compreender que a motivação para viver em conformidade com os preceitos da Escritura não é a busca da nossa honra, mas a honra do Único que é Digno de louvor.
Roguemos ao Senhor que nos faça obedientes e humildes, buscando sempre a Sua honra, e que todas as vezes que formos tentados a buscar nossa própria honra nos lembremos bem daquilo que afirmou João Batista, “convém que Ele cresça e que eu diminua” (João 3.30).

Postado por: Elisiane L.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O que significa “aceitar a Jesus”?


Por: Ray Ortlund
"Voltaram para Deus, deixando os ídolos a fim de servir ao Deus vivo e verdadeiro.”
 (1 Tessalonicenses 1.9)
Você e eu não somos pessoas integradas, unificadas, inteiras. Nossos corações são multidivididos. Existe uma sala de reunião em cada coração. Uma grande mesa, cadeiras de couro, café, água mineral, quadro branco. Um comitê senta-se ao redor da mesa. Há o eu social, o eu privado, o eu trabalhador, o eu sexual, o eu recreacional, o eu religioso, e outros.  O comitê está argumentando, debatendo e votando. Constantemente agitado e irritado. Raramente, eles conseguem chegar a uma decisão unânime, incontroversa. Dizemos a nós mesmos que somos assim porque estamos muito ocupados com nossas tantas responsabilidades. A verdade, porém é: somos simplesmente divididos, hesitantes, cativos e sem foco.
Esse tipo de pessoa pode “aceitar Jesus” de uma de duas maneiras. Um jeito é convidá-lo para o comitê. Dar também a ele o poder de voto. Porém, ele se torna apenas mais uma complicação. O outro jeito de “aceitar Jesus” é dizer a ele: “minha vida não está funcionando. Por favor, entre e demita meu comitê, cada um deles. Eu me deixo todo em suas mãos. Por favor, dirija minha vida inteira para mim”. Isso não é complicação; isso é salvação.
“Aceitar Jesus” não é apenas adicionar Jesus. É também subtrair os ídolos.
Fonte: iprodigo.com
Tradução: Josaías Jr.
Postado por: Elisiane L.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Bíblia Sagrada: Palavra do Único Deus

"A Bíblia é a fonte primária pela qual conheceremos a Deus, Seu plano e Sua vontade, desconhecê-la é desconhecer a Deus, negligenciá-la é negligenciar a vontade de Deus. Portanto, leia a bíblia e conheça a Deus!"

 (Pb.Francisco de Aquino)





Postado por: Elisiane L.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Amá-lO é conhecê-lO


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Por: Tim Challies
Quantas vezes você já ouviu alguém afirmar que “aceitou a Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal”? Você já perguntou a ela o que significa dizer que Jesus é seu Senhor? Você já a perguntou como Jesus é o Salvador dela? O que o faz Salvador? E o que significa ele ser o seu Salvador e Senhor pessoal?
Quantas vezes você ouviu alguém iniciar uma oração com as palavras “Amado Deus”? O que essas palavras realmente significam? Por que nós começamos nossas orações assim? É necessário ou simplesmente costume?
Quantas vezes você ouviu alguém agradecer a Deus por Jesus estar presente, porque “onde estiverem dois ou mais reunidos, Jesus está lá”? Você já perguntou porque Jesus está somente onde dois ou mais estão reunidos? Você já perguntou se ele está presente de uma maneira mais especial quando as pessoas estão reunidas em comparação a quando estão sozinhas?
A verdade é: muitas vezes nós levianamente falamos de Deus e de seus atributos sem saber, ou mesmo nos importar em entender, o que estamos dizendo. Repetimos coisas que ouvimos, mas nunca pensamos sobre elas. Mas, o que é incrível para mim é que não precisamos entender todas essas coisas para sermos filhos de Deus. Não precisamos nos devotar em estudos infindáveis sobre teologia e doutrina a fim de sermos salvos. Deus vê, conhece e valoriza o coração mais que a mente. Ainda assim, se queremos crescer mais profundamente em nosso amor por Deus, precisamos começar a entender essas coisas. Precisamos crescer mais profundamente em nosso conhecimento dele.
No dia em que me casei, eu amava minha esposa profundamente. No dia de nosso casamento, quando olhei para ela caminhando em direção a mim, nunca poderia acreditar que eu poderia amá-la mais que eu a amava naquele momento. Eu havia conhecido ela por quatro anos, e passado centenas de horas com ela, escutando-a falar, e observando sua interação com outras pessoas. E agora ela estava caminhando em minha direção, absolutamente radiante, e pretendendo unir sua vida à minha. Eu comecei a chorar como criança, e senti meu coração quase explodir com o amor que sentia por ela. Mas quer saber de uma coisa? Com mais de uma década de casamento, posso honestamente dizer que a amo bem mais agora que quando nos casamos. Por que isso? Simplesmente porque eu a conheço muito melhor agora. Quanto mais aprendo sobre ela, mais eu a conheço. Quanto mais a conheço, mais a amo.
Uso essa ilustração para mostrar que você realmente pode amar a Deus quanto mais o conhece. Quando você é um incrédulo e não conhece Deus, você não pode amá-lo realmente. Quando, algum dia, você morrer e estiver com ele, você o conhecerá de uma maneira perfeita, e consequentemente o amará de uma maneira perfeita. O tempo entre o dia em que você veio a amá-lo e o dia em que você será chamado para estar com ele é a sua oportunidade de experimentar este amor e conseguir uma prévia do céu aqui na terra.
Agora amo a Deus mais que quando eu cri. Quando criança, eu amava a Deus com um amor infantil, mas eu pouco o conhecia. Posso pensar em momentos diferentes enquanto ficava mais velho, quando Deus me ensinou algo novo e maravilhoso sobre ele. Posso me lembrar de momentos em que algo me atingiu como um raio, e fui despertado para uma nova realidade sobre Deus, que eu não conhecia antes. Houve vezes em que meu corpo inteiro explodiu em calafrios enquanto eu crescia no conhecimento do meu Criador. Houve outras vezes em que eu me abri em lágrimas, enquanto começava a perceber a necessidade do sacrifício de Cristo por mim ou a imensa profundidade de seu amor por mim, pecador. Enquanto aprendia sobre meu Deus, aprendia a amá-lO mais. Enquanto aprendia sobre meu Deus, eu tinha que amá-lO mais!
Você pode ser um verdadeiro crente e não saber quase nada sobre Deus. O homem pregado na cruz ao lado de Jesus sabia pouco mais que Cristo era o Filho de Deus e que Deus tinha perdoado seus pecados. E isso foi o bastante. Mas se você quer amar mais a Deus, você precisa conhecê-lO mais. Eu sei que sou um mero aluno de pré-escola quando o assunto é conhecer a Deus. Eu olho para os outros e vejo alguns que devem estar no ensino fundamental, outros que estão no ensino médio, e alguns que devem estar concluindo sua pós-graduação. E como anseio em conhecê-lO muito assim, ao saber que o amor que sinto por Ele agora, tão grande quanto possa ser, nada mais é que o amor de uma criança! Eu anseio por amá-lO e, portanto, anseio por conhecê-lO. Eu aguardo o dia em que eu o conhecerei assim como sou conhecido por Ele, em que eu possa amá-lO com o perfeito amor com o qual Ele me ama.
Fonte: iprodigo.com
Tradução: Josaías Jr,
Postado por Elisiane L.

quarta-feira, 28 de março de 2012

"A palavra dita a seu tempo, quão boa é!"


Por André Aloísio 


“A palavra dita a seu tempo, quão boa é”

 (Pv 15.23)


Esse provérbio é tão simples que parece nem exigir uma explicação. Mas mesmo com toda a sua simplicidade, quão frequentemente ele tem sido negligenciado em nossa prática, como se nem mesmo o conhecêssemos! Parece que nos esquecemos de que “tudo tem o seu tempo determinado” (Ec 3.1), inclusive “tempo de estar calado e tempo de falar” (Ec 3.7).

Às vezes falamos antes da hora. Não conhecemos alguém o suficiente, mas nos precipitamos em dirigir-lhe palavras românticas e sedutoras, iludindo seu coração e provocando sentimentos que não poderão ser correspondidos.

Às vezes falamos depois da hora. Não exortamos ou repreendemos nossos filhos desde sua tenra idade, mas deixamos para fazer isso na adolescência, quando a rebeldia já tomou conta de seus corações.

Às vezes falamos quando deveríamos estar calados. Um amigo perde de forma trágica um ente querido incrédulo, e tudo o que ele precisa é de alguém que o abrace e que chore com ele, mas nos apressamos em apresentar o destino eterno do falecido.

Às vezes ficamos calados quando deveríamos falar. Somos testemunhas do espancamento diário de uma vizinha pelo seu marido, mas preferimos não nos envolver e não denunciar.

A verdade é que dizer a palavra certa no momento certo não é algo fácil. “A língua, nenhum dos homens é capaz de domar” (Tg 3.8), já dizia Tiago. Mas essa dificuldade não é insuperável. Diz-nos outro provérbio que “o coração do sábio é mestre de sua boca” (Pv 16.23), o que nos mostra que um coração sábio pode domar a língua para falar no tempo apropriado. E àqueles que têm falta de sabedoria para tanto, Tiago incentiva: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida” (Tg 1.5).

Nós precisamos viver esse provérbio. Precisamos entender a seriedade das nossas palavras e a importância de palavras apropriadas nas ocasiões apropriadas. Palavras mal utilizadas podem trazer morte, mas palavras a seu tempo, vida (Pv 18.21). Que nós saibamos dizer a palavra a seu tempo, “palavras agradáveis como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo” (Pv 16.24).


Postado por: Elisiane L.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Oração fundamentada nas Escrituras


Por: Phillip G. Kayser
Precisamos aprender a como fundamentar todas as nossas orações e todas as nossas ações na Bíblia. Orar de acordo com a vontade de Deus (1 João 5.14) significa simplesmente fazer orações escriturísticas. Isso envolve reivindicar as promessas de Deus, suplicar os atributos de Deus, alinhar nossas orações aos mandamentos de Deus, e encher nossa adoração, confissão, ações de graças e súplicas com o texto da Bíblia. Que maneira extraordinária de aumentar a fé dos guerreiros de oração!
Infelizmente, muitas pessoas carecem de fé porque procuram fundamentar as suas orações na vontade secreta de Deus (tentando adivinhar quais podem ser os Seus decretos). Contudo, em nenhum lugar somos ordenados a discernir a vontade secreta de Deus e de alguma forma fazer dessa vontade secreta a base da nossa vida de oração. Na verdade, o exato oposto é verdadeiro. Deuteronômio 29.29 diz: “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei”.
Adivinhar quais poderiam ser os decretos de Deus não nos daria confiança na oração, todavia, é precisamente confiança aquilo que Deus deseja que tenhamos quando somos chamados a orar de acordo com a Sua vontade. 1 João 5.14 diz: “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve”.
Se alguém examinar as orações de Neemias, Daniel, Moisés e outros santos, descobrirá que esses guerreiros da oração eram confiantes em suas orações porque eles enchiam as suas orações com as promessas de um Deus que não pode mentir. Eles ancoravam as suas orações no caráter de um Deus que é fiel, e alinhavam os seus desejos com os desejos revelados de Deus.
A minha oração é que [...] haja um novo zelo e autoridade em sua oração e ação, pois você não apenas reconhece que não pode fazer nada sem Cristo (João 15.5), mas também está convencido de que pode fazer todas as coisas por meio de Cristo, aquele que te fortalece (Fp 4.13).


Postado por: Elisiane L.

domingo, 11 de março de 2012

Amados Jovens...


Por Pr. Altair Germano

Amados jovens, a prosperidade ministerial verdadeira é resultado da fidelidade a Deus. Não negocie os valores eternos para "subir" ministerialmente.

Amados jovens, preguem a Palavra e dependam do Espírito, pois o resto é mera performance artística.

Amados jovens, na estrada da trajetória ministerial rejeite as oportunidades de pegar atalhos. Isso contará a vosso favor no futuro.

Amados jovens, quando vocês começarem a ocupar lugares de destaque e influência como pastores, alguns políticos corruptos vão tentar vos seduzir. Cuidado! Não se vendam.

Amados jovens, nunca se deixem vencer pela ganância no ministério. Aprendam e vivam a virtude do contentamento.

Amados jovens, não corram atrás da fama. Se Deus determinou que tornará vossos nomes conhecidos ela correrá naturalmente adiante de vós.

Amados jovens, não se envaideçam com o sucesso ministerial. Importa que Ele cresça e que vocês diminuam.

Amados jovens, não se iludam, a próxima tentação envolvendo poder, dinheiro e sexo será bem mais forte. Orem e vigiem sempre.

Amados jovens, os bons resultados quantitativos nos trabalhos realizados nem sempre representam a aprovação de Deus da vossa conduta ética e moral. Valorizem a qualidade do trabalho e a integridade do viver.

Amados jovens, sejam obreiros pensantes, e não meros reprodutores de ideias, conceitos e práticas. A convicção doutrinária e a atividade contextualizada são filhas da criticidade.

Amados jovens, imitem os vosso líderes na mesma medida em que eles forem cumpridores da Palavra.

Amados jovens, fiquem firmes e não se deixem levar pelos ventos de doutrina e modismos teológicos. Retenham e ensinem a sã doutrina.

Amados jovens, os vossos objetivos acadêmicos e profissionais devem ser colocados diante de Deus e consagrados a Ele. Coloque-os a disposição do Reino de Deus.

Amados jovens, uma vida de oração, longe de qualquer tipo de exibicionismo pseudo espiritual, deve ser vivida, antes de tudo, no vosso lugar secreto.

Amados jovens, sejam cheios do conhecimento da Palavra na mesma proporção em que forem cheios do Espírito. Saber e poder combinam.

Amados jovens, não se fascinem e nem se envolvam em disputas por cargos eclesiásticos desassociadas dos princípios bíblicos. Entendam que os lugares no Reino de Deus já foram determinados por Ele. Apenas descubram os seus, e deixem que o Senhor trabalhe por vocês.

Amados jovens, tratem os obreiros mais velhos como vocês desejam ser tratados na velhice. Não se esqueçam que o tempo passa para todos.


Postado por: Éric Vitor


quinta-feira, 8 de março de 2012

Altos e Baixos na Vida Espiritual


Porventura Sou Eu Deus de perto, diz o SENHOR, e 
não também Deus de longe?

(Jeremias 23:23)


Sentir-se mais perto de Deus do que em que qualquer outro momento da vida ou sentir-se tão distante dEle quanto a seleção da Nova Zelândia sente-se distante de ser campeã da Copa do Mundo: dois extremos que a vida espiritual de qualquer jovem pode experimentar.

Quem pode afirmar que seu relacionamento com Deus nunca passou por chacoalhadas? Afinal é só pensar nas suas amizades, seu namoro, seus pais e, é claro que não poderia faltar, seus irmãos (quem tem sabe do que estou falando). É muito difícil ter um relacionamento sempre melhorando com qualquer pessoa e com Deus não é diferente, a não ser por uma questão.

Deus fala por Jeremias que Ele é Deus em qualquer circunstância. Longe ou perto, Ele é Deus da mesma forma, imutável e perfeita. O nosso relacionamento com Deus tem altos e baixos, não porque Deus é ausente como um amigo que se mudou, ciumento como sua namorada que fiscaliza seu Orkut e seu Facebook 48 horas por dia ou abusado como seu irmão que acha que seu armário é uma loja de roupas em promoção de 100% de desconto. Deus é o mesmo, ainda que você seja alguém diferente a cada temporada da sua série predileta.

"O pecado é o motivo da nossa tristeza e por isso devemos deixar que a Santidade seja o motivo da nossa alegria." 

A razão de se viver um dia bem e outro mal no relacionamento com Deus, não está em Deus, mas em nós.  Agostinho disse que o pecado é o motivo da nossa tristeza e por isso devemos deixar que a santidade seja o motivo da nossa alegria. Falar de santidade é falar de deixarmos o caráter de Deus moldar nosso caráter.

Certa vez perguntei como andava a vida de um jovem por quem eu orava e me preocupava muito. “Tô bem, cara! Minha consciência está tranquila em relação a minha vida”, foi o que ele disse. Você precisa entender que seu relacionamento com Deus não se estabelece entre duas pessoas em posições de mesma importância. Você precisa olhar para Deus e imitá-lo. Quando Deus chamou seu povo, não disse: “Sejam santos do jeito de vocês que Eu serei do meu.” NÃO!!! “Sejam santos como Eu Sou santo.” Essa é chave de uma vida espiritual equilibrada e crescente.

Sabe de uma coisa? Saber que Deus é perfeitamente e eternamente Santo me desafia e me conforta. Desafia-me a não deixar que qualquer “topadinha” no pé da mesa me transforme em um ateu e me conforta em saber que apesar de em um dia eu me sentir praticamente o anjo que queimou a boca de Isaías e no outro eu me perguntar se Deus realmente existe, Deus ainda tem o mesmo amor, graça e misericórdia por minha vida.

Sua vida espiritual tem altos e baixos? Você não é o único no mundo a responder sim para essa pergunta. O seu Deus é o mesmo quando você o sente perto ou quando nem mesmo o sente? Se você é um cristão, então você serve ao único Deus que pode te fazer responder sim a essa pergunta.

O que eu desejo? Desejo que sua vida espiritual deixe de ser essa montanha russa sem fim e sem sentido para se tornar o reflexo claro e evidente de um Deus santo, imutável, perto ou longe.

Fonte e autoria: juventude.terceira.org.br

Postado por: Elisiane L.

sexta-feira, 2 de março de 2012

É possível errar a vontade de Deus para sua vida?


Por: Stephen Altrogge

Tomar decisões pode ser uma experiência paralisante.
Digamos, por exemplo, que você recebeu uma proposta de emprego em outra cidade. Você deveria aceitar? Bem, depende. Como são as escolas naquela região? Como é o trânsito? Existem usinas de energia nuclear por perto? O aumento de salário vale pelo custo emocional de fazer a sua família se mudar? Você será obrigado a torcer pelo Botafogo? Todos esses fatores podem tornar a decisão muito difícil de ser tomada.
E se jogarmos a questão da vontade de Deus no meio? É realmente a vontade de Deus que você se mude? Pode parecer que seja a vontade de Deus, mas talvez não seja. E se você cometer um terrível engano e errar a vontade de Deus? Será que você vai acabar em algum tipo de purgatório situacional porque, acidentalmente, errou a vontade de Deus?
O medo de errar a vontade de Deus é o suficiente para paralisar qualquer cristão. Mas a questão é: é possível que um cristão erre a vontade de Deus para sua vida? Será que é possível passar a sua vida inteira longe dos bons planos de Deus para você?
Parece que a Bíblia ensina que sim, você pode errar a vontade de Deus. Mas ela também ensina que não, você não é capaz de errar a vontade de Deus.

Você pode errar a vontade de Deus se…

O caminho para errar a vontade de Deus é muito simples: ignore a Bíblia. Na Bíblia, Deus já nos disse exatamente o que devemos fazer quando se trata de tomar decisões. Primeiro, devemos determinar se a nossa decisão vai contra algo claramente proibido na Bíblia. Ela é clara ao dizer que a comunhão com outros crentes é necessária para o nosso crescimento cristão. Se aceitar um emprego vai te isolar da comunhão, não é a vontade de Deus que você aceite esse emprego.
Em segundo lugar, devemos pedir a Deus que nos dê mais sabedoria. Tiago 1.5-6 diz:
"Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Peça-a, porém, com fé, sem duvida."
Receber sabedoria de Deus não é uma experiência mística e super espiritual. Significa pedir a Deus que nos ajude a pensar claramente, biblicamente, sobre a questão à nossa frente. Quando pedimos por sabedoria, devemos acreditar que Deus nos dará. Deus não está tentando esconder sua boa vontade de nós. Ele quer nos ajudar a entender a forma correta de caminhar.
Receber sabedoria de Deus não é uma experiência mística, espiritual. É pedir a Deus que nos ajude a pensar biblicamente.
Em terceiro lugar, devemos pedir a opinião dos outros. Provérbios 15.22 diz “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros”. Isso é gloriosamente simples. Descobrir a vontade de Deus para sua vida é tão simples quando pedir a opinião de outros cristãos piedosos. Apresente-lhes a situação e deixe que Deus fale a você por meio dos conselhos que receberá.

Você não pode errar a vontade de Deus se…

Se nos atentarmos ao conselho da Escritura, não erraremos a vontade de Deus. Ele não está escondendo a sua vontade de nós, nem tentando nos levar a tomar decisões ruins. Se avaliarmos nossas decisões pela Escritura, pedirmos por sabedoria e procurarmos nos aconselhar, estaremos fazendo o que Deus requer de nós. Ele promete nos guiar através desse processo.
Não precisamos buscar um sentimento subjetivo, místico, espiritual, quando se trata de tomar decisões. Não me entenda mal, às vezes Deus nos dá paz a respeito de uma decisão, e isso é uma bênção. Mas não é sempre assim. Às vezes nós não nos sentiremos de uma forma ou de outra sobre uma decisão. Em geral, sentimentos são parâmetros muito ruins para a verdade. Um sentimento de paz pode vir de Deus, mas também de um grande número de outras coisas, como uma taça de vinho ou um bom cochilo. Além disso, o que constitui, exatamente, o sentimento “certo” quando se trata de uma decisão. Paz? Talvez alegria? Ou sensação de certeza?
A Bíblia não dos diz como devemos nos sentir sobre nossas decisões. Ao invés disso, ela nos diz como tomar decisões bíblicas e que honrem a Deus. Então, se você tem alguma grande decisão para tomar, não se apavore. Pelo contrário, vá à Palavra, peça por sabedoria e envolva outras pessoas.
Fonte: iprodigo.com
Postado por: Elisiane L.